o riachense

Domingo,
18 de Agosto de 2019
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Tempo de resistência

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Continuam tristes e perturbados os tempos que vivemos. Nesta edição, damos sequência aos retratos da crise económica como é sentida na nossa região, virando agora as atenções para algumas empresas que resistem como podem, esperando por tempos melhores no futuro.
É também de resistência, e da construção de condições para continuar a viver, que damos conta a propósito das celebrações de mais um aniversário do Atlético, que conseguiu juntar centenas de amigos em animada confraternização, e nos primeiros passos para a constituição de uma rede de museus rurais, onde a base territorial se constitui como um elemento chave deste esforço de tentar que a cultura e o património se tornem coisas quotidianas nas nossas vidas.
Em época de carnaval, assistiu-se a mais um episódio da comédia de desgraças em que se vai tornando o processo de desmantelamento do contrato social em que assentavam relações de trabalho, planos familiares, sonhos individuais: a tentativa de retirada dos direitos de viagem aos ferroviários, se em si pouca importância tem à escala do que se vai assistindo no País, vale sobretudo pelo que significa de desprezo por contratos assinados e pelas relações de confiança com que podíamos contar em grande parte da nossa organização social. Agora, é cada vez mais a imposição da força, a lógica do poder, o oportunismo sobre os mais fracos.
Como se esse poder durasse sempre, como se a verdade fosse absoluta, como se o mundo tivesse que ser criado de raíz, por quem entende que ele deve ser conforme aos seus interesses. A história já mostrou, tantas vezes, como são de areia essas bases que agora se mostram sólidas e poderosas.
 
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