Utentes dizem que a população do Entroncamento está a ser gozada. Um ano depois de terem sido entregues 4000 assinaturas, no Ministério da Saúde, reivindicando a ampliação das actuais instalações do Centro de Saúde e a necessidade de colocar mais profissionais da saúde, principalmente médicos e enfermeiros, a Comissão de Utentes da Saúde do Médio Tejo (CUSMT) diz que continua tudo na mesma. “As dificuldades de acesso a cuidados de saúde continua a aumentar e os utentes gastam cada vez mais dinheiro no sector privado para debelar os seus problemas de saúde”, explica a Comissão em comunicado.
Segundo a CUSMT, foram quatro anos de promessas não cumpridas: “Alguns foram sendo embalados pela sucessiva marcação de datas, nunca respeitadas. O Ministério e a ARS foram dando desculpas umas relacionadas com a posse dos terrenos, outras com as dificuldades orçamentais. Depois prometendo um futuro radioso com as unidades de saúde familiares”.
Preocupada com a situação, a CUSMT vinca que não vai desistir até que a população tenha resposta para as suas necessidades de cuidados de saúde. E recomenda que os eleitores do Entroncamento utilizem o voto, para protestarem com os responsáveis pela situação que se vive no Centro de Saúde, onde faltam instalações e recursos humanos.






