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Quarta,
30 de Novembro de 2022
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Atlético pondera abandono do CNS

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7-1 em Leiria foi um resultado muito pesado

A fase final chegou ao fim e o Atlético Riachense tem os mesmos pontos do ano passado, mas com mais dificuldades.

Luís Carlos Dias e Valter Inácio, presidente e director do futebol sénior

Já ser sabia que a crise financeira do Atlético Riachense é muito grande e que o clube não tem recursos para aguentar a participação no Campeonato Nacional de Seniores.

As receitas não chegam para as despesas e por muito que se queiram conter os custos há um mínimo do gastos garantidos para poder levar a participação até ao fim do campeonato. O presidente do clube estima esses gastos mínimos num valor entre os 15 e os 20 mil euros.

Afirma que o Atlético não tem possibilidades, no presente quadro, de garantir as receitas estimadas necessárias para levar o barco até ao fim. Por isso a direcção pondera seriamente o abandono do campeonato.

No decorrer desta semana vai haver uma reunião dos corpos sociais que decidirá o caminho. Ou continua a participação dos seniores no CNS, ou simplesmente, o Atlético Riachense desistirá e assumirá as consequências financeiras e desportivas dessa decisão (uma multa de 25 UC, ou seja, 2550 euros, e a descida para a 2.ª divisão distrital).

Atlético esfrangalhado no final da 1ª fase
CNS - Série F

Os riachenses chegam ao fim da primeira fase completamente esfrangalhados e fecham com uma derrota estrondosa em Leiria (7-1, 18 de Janeiro).
Não se auguram coisas boas para a fase final e o mais certo é a descida aos distritais.

Foi um campeonato muito atribulado, o dos alvi-negros, e se é certo que algumas vezes foram prejudicados por arbitragens tendenciosas, a verdade é que o grupo de trabalho abriu muitas brechas ao longo das dezoito jornadas, terminando com uma equipa feita de remendos e com a moral em baixa.

Claro que a culpa não é dos jogadores que se empenharam. Na sua grande maioria, não mereciam um desfecho assim. Não interessa agora arranjar culpados, mas sim recuperar a equipa para entrar na fase final de cabeça erguida e jogar todos os jogos com a dignidade que a camisola de um clube com mais de oitenta anos de história merece.

O treinador Rui Horta e a restante equipa técnica constituída por Paulo Gomes (preparador físico), António José (adjunto de campo) e Rui Maltez (treinador de guarda-redes) têm agora um hiato de três semanas até ao começo da fase final, para acertarem as agulhas e devolverem a confiança a um grupo que está muito abalado.

Em termos de classificação a coisa não é pior que a da época passada. O Atlético vai entrar no mini-campeonato a oito equipas no penúltimo lugar, com os mesmos quatro pontos que tinha há um ano e já se sabe vai ser muito difícil assegurar a manutenção. No ano passado ela foi conseguida com uma fase final absolutamente incrível, difícil de repetir. Mas isso não obsta a que o emblema seja dignificado e se descer que seja porque os outros foram melhores e não por ter abandonado a luta.

Mas o cenário é bastante negro também para o Atlético Ouriense que entra com apenas três pontos para a recta final e muito provavelmente também terá o destino do regresso aos distritais já definido.

Um pouco melhor está o Fátima que venceu o Alcanenense na derradeira jornada da fase inicial e vai recomeçar no lugar do play-off com nove pontos na bagagem, o que está longe de ser tranquilo.

O Alcanenense completa o quarteto de equipas do distrito de Santarém que disputam a série F do CNS, entrando na segunda fase com 14 pontos, uma margem de nove sobre os lugares descida directa que José Torcato poderá gerir sem sobressaltos.

Actualizado em ( Terça, 20 Janeiro 2015 15:30 )  
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