o riachense

Quarta,
30 de Novembro de 2022
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AO CORRER DA PENA

Não é fácil emitir actualmente opiniões sobre os políticos. Principalmente os que se julgam intocáveis, apesar das sistemáticas asneiras que praticam no exercício das suas actividades. Sob pena de não se renovar o contrato ou enviar o prevaricador para o manicómio. No mínimo.
Temos o mau hábito de pôr os interesses pessoais e partidários à frente de tudo e de todos. Em regra para defender o tacho. Esquecendo que devíamos cerrar fileiras na luta contra a insegurança, o desemprego, a violência e o apoio aos mais desprotegidos. O que se vai gastar com obras megalómanas como o tão falado TGV, contando com as “derrapagens” da ordem, talvez desse para modernizar e tornar mais eficientes as forças de segurança. E também para se construírem sedes condignas para algumas Juntas de Freguesia, nomeadamente em Barcelos, onde os responsáveis despacham nas suas próprias arrecadações ou nas suas viaturas. E ainda era capaz de sobrar algum para  evitar o congelamento dos ordenados e o inevitável aumento de impostos. E por aí adiante.
O futebol continua a fazer das suas. Contrastando com o civismo dos presidentes sentados cordatamente lado a lado, – o que se enaltece e apoia, – alguns elementos das claques teimam em comportar-se duma forma indigna, com atitudes nada civilizadas. A ajudar a festa, aí estão alguns agentes desportivos a distribuir publicamente impropérios e sopapos. Claro que os árbitros é que pagam sempre as favas.
Não obstante as providências cautelares para - bem ou mal - impedir a publicação de certas escutas telefónicas, as notícias que colam o Governo ao controle da Comunicação Social continuam a sair às catadupas. Sem que nenhuma entidade com responsabilidades na defesa da Democracia venha a terreiro pôr ordem na casa. Ou por impedimento legal ou por inoperância
Todos somos iguais perante a lei. Só que uns são mais iguais do que outros.
E, pelos vistos,  já que as providências cautelares dificilmente são entregues aos respectivos destinatários, resta-nos esperar que a Providência Divina se encarregue de nos tirar deste atoleiro.  

Actualizado em ( Quinta, 27 Janeiro 2011 15:33 )  
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