o riachense

SŠbado,
27 de Fevereiro de 2021
Tamanho do Texto
  • Increase font size
  • Default font size
  • Decrease font size

Editorial 12 Maio 2010

Enviar por E-mail Vers√£o para impress√£o PDF
1 ‚Äď O evento de entretenimento ‚ÄúRevisitar D.Manuel I aproveitou bem a hist√≥ria e o patrim√≥nio para ‚ÄĚtrazer a Torres Novas milhares de pessoas. Desde que as festas passaram a ser do Almonda, que a pra√ßa e a muralha n√£o eram t√£o povoadas durante tr√™s dias consecutivos. √Č verdade que a interven√ß√£o no centro hist√≥rico n√£o pode ficar-se pela recupera√ß√£o das paredes, s√£o precisos tamb√©m os pilares humanos, tamb√©m assim o obriga o programa comunit√°rio de regenera√ß√£o urbana. A cria√ß√£o de um evento anual reconhecido pela sua qualidade e dimens√£o pode ajudar a contrariar o ‚Äú√™xodo comercial‚ÄĚ e entusiasmar a popula√ß√£o, que j√° est√° na expectativa das ‚ÄúCortes de Torres Novas‚ÄĚ, o tema do ano que vem.
Acrescentando as Festas do Almonda e os Encontros da Lusofonia, perguntamos: os mega-eventos (√† escala) da cidade v√£o fortalecer as condi√ß√Ķes para a fixa√ß√£o de habitantes e com√©rcio ou vamos cair numa esp√©cie de movimentos pendulares do turismo, enquanto houver dinheiros europeus?

2 - Ao mesmo tempo que decorrem produtivos investimentos em Torres Novas, aprovam-se as contas da Junta de Freguesia, que mal chegam para ro√ßar as ervas do passeio. O triste or√ßamento e a inexplic√°vel lacuna de programas comunit√°rios para aplicar √† vila de Riachos v√£o prolongando as discuss√Ķes do costume: porque h√£o-de ser os membros da Junta a limpar as valetas quando n√£o h√° mais ningu√©m, porque √© que h√°-de haver um repugnante cheiro podre fabril a entrar diariamente pelas janelas adentro a sul da vila, porque h√£o-de transbordar as fossas para as valetas e hortas que ladeiam a esburacada via da Costa Brava, porque √© que ningu√©m conhece as obras previstas para o largo ou sequer se v√£o existir, porque h√£o-de as centenas de atletas riachenses correr junto ao escabroso esqueleto do pavilh√£o, porque √© que a Casa da Cultura h√°-de ficar escondida atr√°s do Posto M√©dico enquanto o lar de idosos √© instalado no centro nevr√°lgico da vila, quando √© que o cinema Ol√≠mpia cai ou √© vendido a retalho; enfim, todas as velhas hist√≥rias de um sub√ļrbio bem localizado e deixado ao abandono, das quais todos j√° sabemos as respostas.

3 ‚Äď H√° coisas boas que ficam para a hist√≥ria. √Č incr√≠vel o recente percurso do futebol do Atl√©tico. O caminho que levou √† bi-dobradinha √© irrefut√°vel e o equil√≠brio financeiro e estabilidade estrutural est√£o mais do que assente em dados emp√≠ricos ‚Äď ao apoio dos associados juntou-se finalmente uma direc√ß√£o. N√£o se percebe a hesita√ß√£o que houve em constituir uma direc√ß√£o nos melhores dois anos dos 78.
√Č que n√£o h√° muitos clubes em tais condi√ß√Ķes neste pa√≠s, em que infelizmente falar dos profissionais √© o mesmo que falar dos pequenos. Investimentos malucos e remoinhos financeiros, desastres desportivos e afastamento dos apoiantes.
Mas ter√° sido a vit√≥ria dos 9 magn√≠ficos no Cartaxo? No dia em que uma equipa baseada em jovens da cantera foi cheia de motiva√ß√£o de campe√Ķes e vontade de fazer o gosto ao p√©, vencer no Cartaxo, afirmando solidamente que os juniores t√™m de regressar. E j√° no pr√≥ximo ano, nem que treinem nos Eucaliptos. A.L.
Actualizado em ( Quarta, 24 Novembro 2010 15:46 )  
{highslide type="img" height="200" width="300" event="click" class="" captionText="" positions="top, left" display="show" src="http://www.oriachense.pt/images/capa/capa801.jpg"}Click here {/highslide}

Opini√£o

 

António Mário Lopes dos Santos

Agarrem-me, sen√£o concorro!

 

Jo√£o Triguinho Lopes

Uma história de Natal

 

Raquel Carrilho

Trumpalhada Total

 

António Mário Lopes dos Santos

Orçamentos, coisas para político ver?
Faixa publicit√°ria
Faixa publicit√°ria
Faixa publicit√°ria
Faixa publicit√°ria