o riachense

Sexta,
26 de Fevereiro de 2021
Tamanho do Texto
  • Increase font size
  • Default font size
  • Decrease font size

O que dizer sobre algumas coisas em que nos meteram?

Enviar por E-mail Versão para impressão PDF

A Câmara está muitíssimo endividada (perto dos 40 milhões), seguindo o conceito de gestão irresponsável, populista, ou utilizando um adjectivo agora mais exemplificativo, jardinista, de achar que não faz mal gastar o que não se tem, desde que se façam obras que elevem os responsáveis no palco político do desenvolvimento aparente.

A reorganização administrativa vem a caminho, com a cidade torrejana finalmente a observar a extinção das várias freguesias que não servem para nada, pois já é tudo feito pelos serviços da Câmara, como é normal numa povoação com a dimensão de Torres Novas. Segundo os critérios alinhavados pelo governo, Riachos irá manter a Junta, que na prática pouco mais é do que um mero símbolo da auto-determinação local, ou uma extensão dos serviços de manutenção da Câmara. Quanto ao resto do concelho, há Juntas que podem também vir a desaparecer, possivelmente nalgumas nas freguesias rurais que já estão sem médicos, sem escolas e sem outros equipamentos que ajudam a manter a população. Mas houve uma proposta levada a votação na assembleia destinada a baixar o IMI nas freguesias rurais que foi chumbada pelos próprios presidentes de Junta das terras que beneficiariam disso, vá-se lá perceber porquê. Começa agora, ou deveria começar, a reflexão em torno dos moldes em que vão ver reajustada a sua administração.
Na assembleia municipal já se fala com fatalidade do fecho das urgências hospitalares e, quem diria, a eventual venda do hospital até nos parece destoar pouco da ideologia do actual governo.
A ironia da capa desta edição de o riachense, um dos carros engalanados desenhados pelo professor Meireles para a festa da Bênção do Gado de 1966, num tempo de imaginação do porvir hoje invertido. Em Riachos, o caminho era o progresso, dizia-se de cada vez que se ajuntava o povo com vontade de celebrar a sua festa e identidade. Hoje há alguém que arrisque um tal optimismo?

 

André Lopes

 
{highslide type="img" height="200" width="300" event="click" class="" captionText="" positions="top, left" display="show" src="http://www.oriachense.pt/images/capa/capa801.jpg"}Click here {/highslide}

Opinião

 

António Mário Lopes dos Santos

Agarrem-me, senão concorro!

 

João Triguinho Lopes

Uma história de Natal

 

Raquel Carrilho

Trumpalhada Total

 

António Mário Lopes dos Santos

Orçamentos, coisas para político ver?
Faixa publicitária
Faixa publicitária
Faixa publicitária
Faixa publicitária